quinta-feira, julho 8

"O Pote Rachado"

 

Sabe aquela história do carregador de água na Índia que levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessado em seu pescoço? Um dos potes tinha uma rachadura. Enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe, o pote rachado chegava apenas com a metade da água. Durante todo o caminho, o pote rachado se sentia pequeno, miserável por se sentir capaz de realizar apenas metade do que ele havia designado a fazer.


Em conversa do pote rachado com o homem, ele percebeu que caminho só havia flores do seu lado. O homem fez questão de dizer que ao conhecer o seu defeito, ele aproveitou e lançou sementes de flores no seu caminho. E cada dia, enquanto voltávamos do poço, o pote rachado regava as sementes. E ele pode assim, colher flores para ornamentar a mesa do meu chefe.

Até que o homem fala ao pote rachado:

"Sem você ser do jeito que é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa."

Quantas vezes ficamos presas no resultado final e deixamos de observar o caminho? E pelo cansaço do dia nos esquecemos de perceber nossas virtudes?

Marca aqui uma pessoa que precisa ler esta historia para se lembrar que todos nós temos nossas virtudes. Elas estão só esperando você regar!

Na foto, Pedro aos 2 anos numa estradinha igual a nossa vida: repletas de curvas e com flores regadas pelo Amor!

Um beijo com carinho,

Elaine Cunha
Contadora de Histórias

#caminhandocontando #poterachado #historiasdevida #historiasqueinspira

sábado, junho 12

E tudo começou assim...




O ano era 1994. Numa tarde qualquer, de um mês qualquer, eu precisava fazer pesquisa para curso de inglês. E pesquisa importante que as minhas Barsas não eram capazes de me ajudar. Decidi ir a uma biblioteca especializada. O que eu não imaginava era que meu destino estaria pronto para mudar neste dia.

Naquele tempo, não havia sites de pesquisas a simples toques dos dedos, muito  menos celular para fotografar.  Eu tinha mesmo era caderno e lápis nas mãos. Depois de muita anotação, finalmente terminei. Ufa. Não me lembro ao certo quanto tempo fiquei ali debruçada sob a mesa. Não vi tempo passar. Não vi ninguém chegar nem sair...

Respirei fundo. E me levantei para devolver o livro a estante.  Enquanto eu o colocava de volta ao seu lugar, destino agiu. Eu me desequilibrei e quase cai. Sim, quase. Tudo porque havia um rapaz ajoelhado ao meu lado concentrado na sua pesquisa também. Em uma das suas mãos, um dicionário de inglês.  A outra, tentou evitar o que seria um desastre.

Eu? Eu não o vi. Minhas bochechas anunciaram o que meu corpo me dizia. Morri de vergonha. Devolvi o livro e sai correndo. Sem pedir desculpas. Sem nem falar nem olhar. Achando que minha falta de educação  não seria nem vista nem lembrada por um doce estranho.

Eu já te falei que o destino estava trabalhando, né?

O que eu menos esperava era que no outro dia nos veríamos novamente. No outro dia. Em outro local. Eu, na entrada do curso de inglês, esperando minha mãe me buscar. Ele descendo as escadas no sentido a saída.

As bochechas esquentaram novamente. As pernas tremiam. Coração pulando no peito. Ele chegando mais perto. Sorrindo. Eu, protegida pelos livros apertados contra meu peito. Vergonha que fala, né?

- Oi, tudo bem? Você estava na biblioteca ontem?

- Eu? Não.  ( Quem eu queria enganar?)

- Tem certeza? Eu sou aquele que te ajudou a não cair.

Bi-bi. Salva por uma buzina.

- Preciso ir. Minha mãe chegou. Tchau. 

Dizem que ele começou a fazer novas perguntas depois que saí. Ele conseguiu respostas. Na outra semana, a cena se repetiu. Desta vez, eu falei. E tudo mudou...


Este é um trechinho de minha "História Encantada" que comecei a escrever. Na foto, nós dois juntos em 1997. Já estávamos namorando. Mas aquela timidez ainda temia em aparecer... rs

Se você quiser uma história deste momento seu, só me chamar. Será um prazer escrever a sua história!


Abraços, 

Elaine Cunha

quinta-feira, junho 10

Como você conheceu o seu amor?


Hoje é quinta-feira. Dia de #tbt.

E sábado será dia dia namorados.
Então, te convido para fazer um mergulho em sua memória e se lembrar de como você conheceu seu amor. Enquanto você pensa aí, vou te contar a minha memória.
Eu conheci meu marido no ano de 1994. Nós dois estávamos na mesma biblioteca fazendo pesquisa. Eu quase cai por cima dele enquanto eu devolvia um livro a estante. Fugi. Sai correndo. Mortinha de vergonha. Imaginei que nunca mais o veria. Mas, reencontrei ele no outro dia no curso de inglês. Ele falou comigo. Eu não respondi. Fugi de novo. Voltamos a nos encontrar. Desta vez, falei bonitinho. E nós não nos largamos mais.
🥰
E você, se lembrou? Compartilha aqui comigo a sua memória. Ela pode virar uma história bem bacana, sabia?
No sábado compartilho a minha "História Encantada" do dia em que conheci o marido.
Elaine Cunha
Contadora de História

segunda-feira, junho 7

Contagem regressiva

 



Daqui há 10 dias será meu aniversário.

Aniversariar para mim sempre foi um momento de mudança de ciclo. E diante do cenário que estamos vivendo, torniu-se muito mais do que este marco, é uma benção. Tô viva!🙏

E sim, comemorar faz parte do pacote da nova versão que está chegando. Já tô pensando no bolo de laranja favorito do filho (eu sei, eu sei. Deveria ser o meu, né? Mas pela intolerância ao leite, laranja é o unico que ele come.)

E também tô pensando no meu saldo de balanço dos 4.2. Sou destas 🤭

Olha, mundão tá nos convocando para ação todos os dias. Já percebeu, né?

E eu tenho pedido ao Pai Maior saúde para seguir nesta jornada que escolhi.

Mas se você quiser me dar presente, passo a minha lista de livros que estão lá no carrinho da Amazon de boa. Facin facin.

É. Também sou destas que deixa no carrinho. Vai que recebo uns descontos? 🤭
É. Também sou destas que deixa no carrinho. Vai que recebo uns descontos? 🤭

Ai ai

Única certeza que tenho é que terei novas histórias para contar. Porque contar histórias é, e sempre será, meu presente de amor.

Com todo meu carinho, com toda minha verdade, com todo meu ser.

"Assim me contaram, assim vos contei, contai a outros..."


Até a próxima!

 Elaine Cunha


terça-feira, junho 1

Seja bem vindo, Junho!

 




Eu sou esta pessoinha aí feliz da vida quando chega o mês mais lindo: junho!
Junho é meu mês especial. Mês do meu aniversário. Mês das Festas Juninas! Ô saudade da terrinha, gente!
Festa Junina tem tanta coisa linda. O que maia gosta? As comidas? O quentão? Os fogos? A fogueira? A dança? As histórias?
Eu amo tudo isso aí e muito mais. E confesso que quando Pedro quis aprendera tocar sanfona... Ah, meu coração se alegrou.
E você, curte também? Conta aqui para mim!
Elaine Cunha
Contadora de Histórias